sábado, 11 de dezembro de 2010

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

MUITO FODA!
Ele: Amor, tenho 2 coisas pra falar.
Ela: E eu tenho uma.
Ele: Me deixe começar...
Ela: Não, a minha é mais importante!
Ele: Tudo bem, fala amor! Mais sabe... eu te amo!
Ela: Acho que depois disso não vai mais me amar, mas... Então, sabe o Marcos do time de futebol da escola, aquele garoto lindo? Então eu te trai, com ele, a gente foi pra casa, ele me deu uma carona com o carro dele, aí a gente entrou... Você sabe que eu sempre fui afim dele! Agora ele quer ficar comigo, me desculpa mas ele é lindo tem um carro e você é pobre, anda de bicicleta... Seu pai é medico do time da escola não tem um bom salário... Você não tem um futuro, sabe!? Eu quero ser rica...
Ele: Ah, mais pelo menos usou camisinha?
Ela: Na hora eu esqueci disso. Mas você não ta nervoso ou triste?
Ele: Não, mas agora posso contar as minhas coisas?
Ela: Pode!
Ele: Sabe aquele R$ 1,50 que sobro do nosso sorvete?
Ela: Sei... Viu você conta moedas, o Marcos disse que vai me levar jantar fora hoje!
Ele: Huum, então é eu joguei na mega sena da virada e ganhei 150 milhões, e eu ouvi meu pai falando que o exame do Marcos deu positivo, ele tem AIDS! E tem mais: o carro era roubado, ele ta preso agora, torça pra não estar grávida...
Ela: E agora, o que eu vou fazer?
Ele: Sabe aquele amor que eu te dei? Então, pega ele e enfia no seu cú!
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toma na cara piranha q

domingo, 21 de novembro de 2010

 Noite passada eu chorei por não saber o porque de tamanha vontade de chorar. De cansaço dormi entre soluços e me levantei no outro dia sem lembrar que calei horas antes meu despertador. Atrasada.
 Tudo começou e acabou da mesma maneira: Eu, minha bolsa jogada no sofá e uma tela em branco.
 Descobri que tenho medo de escrever. Medo de mexer no que está oculto e fazer acordar sentimentos internos que jurava ter engolido, digerido e cuspido – em centenas de lágrimas.
 Mas eu preciso, esse é o meu trabalho.
 Busquei na minha última lembrança uma gota de amor e me afoguei em pequenos sentimentos aumentados pelo tempo. Senti o que chamam de saudade e tentei convencer meu coração que ele deveria traduzir tudo aquilo para o meu cérebro em forma de palavras. De novo.
 Dei um lindo fim para aquela história e terminei mais um texto de amor. Foi então que percebi que tudo aquilo não passavam de palavras imagináveis.
 E então comecei a chorar por não ter mais motivos para chorar. De novo.

                Depois dos quinze.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010


Garotos pensam que para conquistar uma “garota” é preciso ser fodão, musculoso e bonitão. Não, para conquistar uma garota, o segredo é ser  discreto, humilde e principalmente cavalheiro, seja misterioso, elas gostam de explorar, descobrir.. Não trate ela como segunda ou terceira opção, não fale que ela é feia, chata ou desinteressante, eu sei bem que quem desfaz quer muito comprar. Garota precisa de atenção, carinho, compreensão, seja ela delicada, agressiva ou desapegada, toda garota é garota o bastante para precisar de proteção, digo mais uma vez, não se conquista “verdadeiramente” o coração de uma jóia dessas, com mentiras, se for para mentir, esqueça-a, você nunca irá merecer o carinho e amor dela, ela é digna de um verdadeiro “homem”, pois quem brinca com o coração de quem se é frágil, não merece ser amado. Garota, tu és tudo, valorize-se.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Meu querido amor, têm horas que eu simplesmente não te entendo. Deve pensar que só existe você de possibilidade no mundo. Ah se meu coração se descuida..

sábado, 13 de novembro de 2010

Paradoxo do tempo.

No paradoxo do nosso tempo nós...
Bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos televisão demais e rezamos raramente. Multiplicando nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais e fazemos muito pouco, amamos raramente e odiamos frequêntemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver. Adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio. Fazemos muitas coisas grandes, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma. Escrevemos mais, porém aprendemos menos. Planejamos muito, contudo tais planos não são realizados. Aprendemos a nos apressar e não a esperar. Construímos mais computadores para guardamos mais informação, produzimos mais cópias do que nunca... entretanto, nos comunicamos menos.
Estamos na era do fast-food e da digestão lenta, do homem grande de caráter pequeno. Lucros acentuados e relações vázias e conturbadas.
Essa é a era de dois empregos e vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Era do sexo constante e das rapidinhas em alguma brecha do tempo, dos cérebros ocos, das pílulas mágicas, dos assassinatos impiedosos que comentem naqueles que não tem sequer a chance de se defender.

LEMBRE-SE DE PASSAR O TEMPO COM AS PESSOAS QUE REALMENTE AMA E FAZER A DIFERENÇA, ou você pode ficar sentado na cadeira do computador ou no sofá assistindo tv ENQUANTO A VIDA PASSA e te deixa pra trás.


Pense bem!